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Mercados recuam em agosto diante da preocupação com a trajetória da dívida do País

Investimento

09 de setembro de 2020

Nos últimos meses, o Governo brasileiro precisou desenvolver uma série de medidas emergenciais a fim de minimizar os impactos sociais e econômicos causados pela Pandemia de Coronavírus.  Medidas relevantes, mas que resultaram em um aumento substancial dos gastos e da dívida pública do país. No último mês de agosto, a discussão sobre a sustentabilidade da dívida tomou conta do mercado e deixou os investidores em alerta. Apesar de ter obtido um retorno superior ao Índice Bovespa (-3,44%), os impactos foram negativos para os resultados da Forluz.

O gerente de Renda Variável e Macroalocação da Entidade, André Buscácio de Sousa, explica que o debate acerca da sustentabilidade fiscal teve início ainda em julho, mas ficou mais acentuado com a divulgação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, no mês passado. "O questionamento é como os custos das medidas implantadas até agora serão pagos. A falta de ações concretas que respondam a esta pergunta somada à pressão de alguns setores para que estes gastos sejam mantidos por mais tempo justificaram o recuo do mercado. Na Renda Variável, estes fatores prejudicaram o retorno dos ativos e fechamos com resultado negativo de cerca de 2%; o impacto ocorre também com a Renda Fixa, já que os juros subiram. No entanto, na Fundação não percebemos tanto esta variação para o segmento, em função de termos um estoque de títulos públicos marcados na curva", pontua.

Números dos planos

Com isso, os perfis do Plano B que têm maior alocação em Renda Variável tiveram retornos menores. O Agressivo ficou negativo em 0,45%.  Já o Moderado obteve rentabilidade positiva de 0,19%. O Ultraconservador fechou o período com 0,73%, seguido pelo Conservador, com 0,57%.

Já no Plano Taesaprev, todos os perfis registraram números negativos. Isto porque, além de ser influenciado pelas oscilações da Renda Variável, o plano foi mais afetado pela abertura da taxa de juros, já que possui maior aplicação em títulos públicos marcados a mercado, na parcela da Renda Fixa. Consequentemente, os retornos ficaram em -0,47% no Ultraconservador, -0,45% no Conservador, -0,67% para o Moderado e -1,02%, no Agressivo.

O Plano A fechou o mês positivo em 0,51%. No Informativo de Rentabilidades, é possível conferir a análise detalhada da equipe de investimentos. Acesse abaixo.

Clique aqui para ler o Informativo de Rentabilidade do Plano A

Clique aqui para ler o Informativo de Rentabilidade do Plano B

Clique aqui para ler o Informativo de Rentabilidade do Plano Taesaprev

Perspectiva

Ainda segundo André, o encaminhamento da primeira parte da Reforma Tributária e da Reforma Administrativa deve pautar o desempenho do mercado nas próximas semanas. Embora a expectativa seja otimista, há o risco de certa instabilidade. "Este risco fiscal tem peso relevante para o comportamento do mercado, mas, no médio prazo, a previsão é positiva. No entanto, ainda pode demorar algum tempo para que esta boa performance seja confirmada no preço dos ativos". 


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