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Diretoria de Relações com Participantes
Central de Atendimento
 
 
 
Diretoria de Relações com Participantes

A criação da Diretoria de Relações com Participantes foi aprovada através do Acordo Coletivo entre a Cemig e os Sindicatos, em novembro de 1993, e formatada pelo Conselho Deliberativo da Forluz em março de 1994. Surgiu da necessidade dos participantes terem um canal direto de comunicação com a Diretoria Executiva da Fundação, que zelasse pelos seus direitos e interesses.
Ao Diretor de Relações com Participantes, como membro da Diretoria Executiva, compete dirigir, orientar, controlar e fiscalizar as atividades técnicas e administrativas da Fundação. Em conjunto com os demais diretores, administra a Forluz executando e fazendo executar todos os atos necessários ao seu funcionamento, em concordância com o seu Estatuto, com o Regulamento dos seus planos, diretrizes e normas baixadas pelo Conselho Deliberativo.  
É eleito juntamente com seu suplente, por voto direto, cujo mandato é de quatro anos.
 

                                    Diretor de Relações com Participantes                                   

Wilian Vagner Moreira

Suplente: Enio Antônio Diniz Dutra
  Contatos: (31) 3215-6701 Fax: (31) 3215-6733
      E-mail: wilianvm@forluz.org.br

Av. do Contorno, 6594/7º andar - Funcionários

                           

Estatuto - Edição especial patrocinada pelas Entidades Sindicais e Associativas que representam os empregados da Cemig e Subsidiárias e pela Diretoria de Relações com Participantes da Forluz - DRP

_____________________________________________________________________

Coluna do Diretor de Relações com Participantes, publicada no Jornal Forluz de Junho de 2010

 

 

Missão cumprida      

   

No primeiro artigo que produzi para esta coluna, sob o título “Mantendo a Rota”, afirmei: “Os Conselheiros efetivos e suplentes, bem como o titular e sua suplente na DRP, sempre sustentaram a união de forças e, em especial, uma parceria efetiva e permanente com as entidades que representam os trabalhadores em outras instâncias. É esse o caminho para que tenhamos, junto à Forluz, representantes com legitimidade e independência na defesa dos direitos dos participantes. Todos sabemos que parceria supõe debate, diálogo e busca permanente de consenso, sem qualquer espécie de subordinação. As conquistas que obtivemos resultaram desse modelo de trabalho coletivo, integrado e participativo.

É este o propósito: redobrar os esforços e ampliar os espaços conquistados até agora, sem me desviar da rota traçada pelos participantes e suas entidades.”

Disse, também, a vários participantes e aos representantes das entidades sindicais e associativas, que cumpriria exclusivamente um mandato, na medida em que considerava saudável a alternância e, vencidos os quatro anos, já teria dado minha contribuição, representando os participantes durante dez anos nos colegiados da Forluz, seis anos no Conselho Deliberativo e quatro anos na Diretoria.

Posso afirmar com tranquilidade que não fugi às metas projetadas. Mantive, sem perder o foco nos participantes, efetiva e permanente parceria com as entidades sindicais e associativas. As portas da Diretoria de Relações com Participantes estiveram sempre abertas. Todas as demandas foram avaliadas, de forma a apresentar aos interessados respostas claras e precisas. Ninguém saiu sem o necessário esclarecimento, ainda que o resultado não tenha sido o pretendido.

Nesses 34 meses de trabalho, concentrei esforços no combate à injustificável burocracia que atravanca procedimentos, trazendo prejuízos à entidade, seus servidores e, especialmente, aos participantes. Busquei, ainda, fazer com que a DRP fosse considerada, como de fato é, uma Diretoria no mesmo nível das demais, integrante do colegiado executivo responsável pela administração da Forluz, e não um órgão isolado, voltado exclusivamente a desenvolver atividades secundárias. Atuei, permanentemente, em parceria com os demais representantes eleitos pelos participantes, visando assegurar a plena vigência do sistema de cogestão. O comando compartilhado da Fundação reclama constante vigilância já que, embora consagrado na legislação e no estatuto da Forluz, é suportado, tolerado, e raramente assumido pelas patrocinadoras e seus representantes. Tive sucesso em alguns momentos e em outros não. De qualquer modo, a semente foi plantada. Resta esperar que os nossos futuros representantes n ão só cuidem para que germine, como também semeiem outras fazendo com que a Forluz avance sempre em benefício dos seus legítimos proprietários, os participantes.

Destaco dois temas que, por iniciativa da DRP, foram objeto de debate e aprovação na Forluz. O primeiro envolve os Princípios de Investimentos Responsáveis - PRI, estabelecidos pelo Secretariado Geral das Nações Unidas, com o objetivo de levar investidores como os fundos de pensão a considerarem nos seus investimentos a proteção e a defesa das questões sociais e ambientais. A adesão da Forluz ocorreu em maio de 2007, porém, até agora, não saiu do papel. Espero que o Conselho Deliberativo atente para aqueles princípios ao definir a política de investimentos para o ano de 2011. O outro resultou de um longo e duro debate que, felizmente, chegou a bom termo e já vigora desde o segundo semestre de 2009. O aval nos empréstimos, como ficou demonstrado, constituía exigência burocrática e desnecessária, cuja supressão além de simplificar o processo e facilitar para os participantes, nenhum transtorno ou dificuldades trouxe para a Fundação, como previam alguns.

Por fim, quero desejar ao futuro Diretor uma excelente gestão, voltada sempre para o interesse dos representados, os participantes, razão de ser da nossa Fundação.

Plínio Arantes



 

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